terça-feira, 24 de julho de 2012

Por uma vida anti-câncer


Por Franciely Martendal

Por ser um assunto que vem sendo muito falado tanto em jornais quanto em revistas escolhi escrever sobre câncer. Ele é algo muito ruim e tem causado muitas mortes. Perdi um amigo por causa dele. Isto foi muito triste para mim, para toda sua família e as pessoas que o conheciam.

Neste texto falarei um pouco de como o câncer se desenvolve, como evitar e como tratar. Espero que todos vocês leitores gostem do tema que eu escolhi.

Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.

Esta doença tem um período de evolução duradouro, podendo, muitas vezes, levar anos para evoluir até ser descoberta.  Os tumores nascem, aparecem no organismo quando as células começam a crescer de uma forma descontrolada. O tumor desenvolve um conjunto de rede de vasos sanguíneos para se manter.

Esta doença é muito perigosa pois possui grande capacidade de reprodução dentro das células e também porque se reproduz e coloniza facilmente áreas reservadas a outras células.
Existem vários fatores que favorecem o desenvolvimento do câncer. Podemos citar como principais: predisposição genética (casos na família), hábitos alimentares, estilo de vida e condições ambientais. Todos estes fatores aumentam o risco de uma pessoa desenvolver a doença.

Câncer nos pulmões, na boca e na laringe são as principais doenças causadas pelo cigarro. Bebida alcoólica em excesso pode provocar, com o tempo, o aparecimento de câncer na boca. Sol em excesso pode afetar as células e cresce o risco do desenvolvimento desta doença na pele. O câncer de mama tem origens nos distúrbios hormonais e é mais comum nas mulheres. A leucemia (câncer no sangue) é desencadeado pela exposição à radiações.
Determinadas infecções podem desencadear o surgimento de tumores no estômago e no fígado.

A vida estressante, a alimentação inadequada (rica em gorduras, conservantes e pobre em fibras) também estão relacionados a alguns tipos de câncer. O melhor tratamento contra o câncer é evitar o surgimento da doença. Os especialistas aconselham uma vida saudável, uma alimentação natural. Deve-se evitar o fumo e o álcool.
 
A medicina dispõe da radioterapia e de cirurgias para combater a doença.

O vídeo a seguir conta um pouco sobre um homem chamado Servan-Schreiber. Ele teve câncer no cérebro em 1981, quando tinha apenas 31 anos. Achei super bacana! Vale muito a pena assistir e refletir.  Tenha uma vida saudável. Evite o câncer! 



Referências:
<http://www.suapesquisa.com/cancer/> Acessado em 18 de junho de 2012.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Quais as partes de um violão?


Por Victor Francisco.
 
  
Essa pergunta fez parte de um trabalho que fiz para disciplina de Música. Nela auxílio o professor Luciano Py com os outros alunos que não conseguem pegar as notas e melodias das músicas. Gosto tanto de música quanto de violão, que é meu instrumento preferido. Com essa pesquisa queria que você leitor soubesse como é o processo de montagem de um violão.

Veja quais são as partes de um violão e as funções de algumas delas:


Partes do violão
1 – Tarraxas
2 – Cabeça ou mão
3 – Pestana
4 – Traste
5 – Casa
6 – Braço
7 – Escala
8 – Corpo
9 – Tróculo
10 – Boca
11 – Tampo
12 – Rastilho
13 – Ponte
14 – Cordas

A tarraxa (n.1) serve para afinar o violão, para deixar as cordas com mais ou menos pressão.

A parte de madeira acima da pestana (n.3), onde são instaladas as tarraxas, se chama cabeça (n.2). Entre em algumas partes do violão, tem as partes não fixas (n. 3), e que é a pestana, um pedaço de plástico, ou osso, com ranhuras em que passam as cordas e as deixam numa distância necessária.

Os trastes (n. 4) dividem o braço do violão em casas. São pequenas peças metálicas semelhantes a trilhos, que são incrustadas na escala (n. 7). Esta divisão serve para que se obtenha, ao apertar as cordas nas casas, as diversas notas musicais.

O corpo do violão (n.8) é o responsável pela acústica. As cordas ao vibrarem produzem som, que se reproduz em maior volume ao ressonar no corpo do instrumento.

boca (n. 10) do violão é a responsável por “captar” a vibração das cordas e devolver o som produzido no interior do corpo.

O tampo (n.11) é uma das partes do violão de grande importância. Da qualidade da madeira usada no tampo vai depender a qualidade do som do mesmo.

Outra das partes removíveis do violão é o rastilho (n.12). Ele é colocado na ponte (n.13) e suporta as cordas junto à mesma.

Finalmente temos as cordas (n. 14). Num violão tradicional, são seis - de nylon ou de aço. Cada corda tem um diâmetro diferente, onde as três mais grossas produzem sons mais graves e as três mais finas sons mais agudos. As cordas, uma vez esticadas e com a tensão apropriada, devem soar as notas. As cordas são afinadas com o a seguintes notas ou cifras: a sexta corda (a mais grossa) é o E (Mi), a quinta é o A (Lá), a quarta é o D (Ré), a terceira é o G (Sol), a segunda é o B (Si) e a primeira corda é o E (Mi). Cada corda tem uma afinação como vista agora, mais  ela pode ser mudada com o tom e melodia da música.

Espero que meu texto tenha ajudado a você conhecer melhor esse instrumento que todo mundo conhece (ou acha que conhece!)

Fonte do texto e das imagens:

sexta-feira, 13 de julho de 2012

A invenção da desvalorização*


Por Beatriz Pereira

O choque cultural que se deu entre os portugueses e os índios no Brasil têm diversas raízes históricas. Parte disso foi resultado do forte “senso de posse” dos portugueses que estavam buscando terras e lucros nos tempos das “grandes navegações”. Procuravam matéria prima (quando os metais in natura não eram descobertos) que ao ser vendida gerava lucro para Portugal. Com o apoio da Igreja Católica, partiram em 1500 rumo as Índias por um “caminho alternativo” e pararam aqui, onde atualmente se localiza o Brasil.

Os portugueses ao chegarem se depararam com seres que estavam seminus, que não “comiam comida”, que andavam com a pele pintada e que “não tinham casa”, então ficaram horrorizados, primeiramente porque os indígenas[1] não usufruíam das “tecnologias” que eles estavam acostumados. Tudo isso fez como que os portugueses se colocassem como superiores e passaram a tratar os indígenas como se fossem “inferiores atrasados”. Pero Vaz de Caminha, que era cristão e português, ao pensar e relatar tudo isso através carta endereçada a Dom Manuel (Rei de Portugal) concluia que os mesmos eram tão inocentes que não sabiam que estavam vivendo em pecado. 

Outra coisa que levou os portugueses a relacionarem os indígenas a pessoas selvagens foi o fato de que os Tupiniquim (os primeiros índios a terem contato com os europeus) eram canibais. Suas sobrevivências dependiam das guerras com as tribos que invadiam suas terras. Na cultura deles quando se ganhava uma batalha prendiam os perdedores, os matavam, cortavam, cozinhavam e os comiam. Em geral, as mulheres faziam mingau com as tripas dos inimigos, após extraírem o caldo. 

Os indígenas, inicialmente, trocavam o pau-brasil por bens manufaturados, como ferramentas, espelhos, miçangas e tecidos coloridos. Por algum tempo esse escambo foi pacífico, e aparentemente nenhum levava maior vantagem pois ambos estavam deparando-se com coisas “novas e boas”. Porém depois de algum tempo os portugueses começaram a escravizar e até matar os indígenas, e mesmo em grande número, grande parte não resistiu, pois as flechas não ganhavam das armas de fogo.

Ao contrário dos portugueses, os indígenas não tinham noção de propriedade e viviam em total harmonia com a natureza, não pensavam em lucrar e viviam em uma economia de subsistência. Homens e mulheres tinham diferentes papéis na sociedade e a educação de uma criança se dava por toda aldeia e não só pelos progenitores. 

Todos esses fatores levaram a desvalorização do indígena em relação ao português do ponto de vista europeu. Atualmente, ainda existem certos preconceitos com as sociedades indígenas. Muitas pessoas ainda os chamam de selvagens, porém eles só têm (ou tinham, antes do contato com o homem branco) uma cultura diferente, uma crença diferente, uma alimentação diferente e um olhar diferente em relação ao ambiente em que vivem. Tanto que muitos indígenas que sempre viveram no mesmo território foram expulsos por não terem um título de propriedade, sendo que, até algum tempo atrás, eles não tinham noção de posse. Como tudo que é diferente, eles merecem ser respeitados, independente do que comem, vestem ou pensam. E também devem ter direitos garantidos, em relação às terras que foram desapropriadas há muitos anos atrás, por pessoas que só pensavam em lucrar, em possuir, em dominar. 

Referências

RODRIGUE, Joelza Ester. História em documento: imagem e texto. São Paulo:FTD, 2006.
AZEVEDO, Gislaine Campos; SERIACOPI, Reinaldo. História em movimento. Volume 1. São Paulo: Editora Ática, 2010.

* Atividade produzida como parte das avaliações de História (Prof. Fernando Leocino).


[1] Nome genérico utilizado para representar as sociedades caçadoras e coletoras.

segunda-feira, 9 de julho de 2012


 por Coordenação,
            
 II Seminário de Iniciação Científica na Escola: Dimensões da luta pela posse da terra no Brasil: o caso das populações atingidas por barragens

PROGRAMAÇÃO
10/07/2012

LOCAL:  Auditório - Presença de todos os estudantes
Coordenadores: Profª M.Sc Fernando Leocino da Silva / Profª M.Sc. Lisiane Vandresen                 

 15h30  às 16h    Rhanna Kaenna Auler - Operacionalizando o blog Pés na Estrada do Conhecimento: ferramentas, layout, interação / Luiz Henrique Nicolau - A escrita significativa resultante dos projetos de Iniciação Científica: buscando interlocutores



LOCAL: SALA DA 8ª A
Coordenadora: Profª Dra.Thereza Cristina Bertazzo Silveira Viana

16h20    Vinícius Silveira Luz, Juan Thiago Rivas, Lucas de Souza Zago:   A água move o mundo, move também a alegria de alguns e a tristeza de outros: custos e benefícios da construção de uma hidrelétrica.
16h40    Bruno Tiago da Luz Rodrigues, Felipe Hendges da Luz, Luiz Felipe da Silva Vitório: Mudança de vida: cotidiano nas baragens
17h00    Jesiane Bueno, Larissa Ramos Costa, Leonardo Pedro dos Santos: Mudança para nova cidade: Comparando percepções da Casa de Memória Camarolli e dos moradores de Itá.
17h20    Camila Guimarães Nunes, Isabella Floriano  Beirith, Vinícius Perfeito Chaves: Impactos ambientais decorrentes da instalação da usinas hidrelétricas.

 LOCAL:  Laboratório de Biologia
Coordenadora: Profª Dra.Giselle de Souza Paula Pires

16h20    Laura Helena C. N. Nicolazzi, André K. Boufleur, Marcos Antônio A. junior: A construção da barragem e a cidade de Itá
16h40    Flora Marre Bioni, Júlia Pozetti, Marlon Batista Rosa: Compreensão Infantil Sobre as Barragens de Itá: Uma pesquisa realizada com as crianças sobre os impactos causados por uma Hidrelétrica.              
17h00    Júlia Vicente Barbosa, Beatriz Alves dos Santos, Luriany Sagaz:              Caminhando para a luta
17h20    Amanda Martins, Gabriela Junkes Zambillo, Bárbara Trombotto  Bighetti: A construção da UHE melhorou a infra-estrutura da cidade de Itá?

LOCAL: Auditório
Coordenadora: Profª M.SC. Débora da Rocha Gaspar

16h20    Eduardo Ramos Winck, Fabiane Becker Facco,  Vitória Resende Salles: Um Rio, Dezenas de Usinas, Milhares de Histórias                                                                                      
16h40    Júlia Goes de Souza, Lucas   Borges Torquato Martins, Wuellington  Diego de Souza Correa: O Mab e suas ações: alguns dos olhares dos moradores de Itá.
17h00    Nathália de Souza, Nadjini Souza  Martins, Franciely Martendal  Pereira: Impactos da construção da barragem no lazer da população de Itá/SC
17h20    João Guilherme da Silva Santos, Karen Felício de Souza, Marina Burigo Costa, Yasmim:             Mudanças na configuração da cidade de Itá/SC em decorrência da construção da UHI

LOCAL: SALA DA 8ª B
Coordenadora: Profª M.Sc. Lisiane Vandresen

16h20    Juliana Nunes Santinn, Igor da  Silva Ferreira, Paulo Ricardo de Barros: Expectativas dos jovens sobre o futuro de Itá
16h40    Mariana Del Rei Martins, Alice Cristine da Silva,  Rhanna Kaena Auler, Thais Ceccato do Amaral:          Quem é o MAB?
17h00    Geilza  Santos Treich, Helen Vaz Rosa, Gabriela de Oliveira Goudel, Lucas Lopes da Silveira: Itá: Conhecendo os prejuízos sociais de um povo sofrido
17h20    Natália Vieira, Bryan Martins Lima, Maylin de Almeida Prado da Gama: Impactos decorrentes da Instalação da usina hidrelétrica Itá


LOCAL: Mini Auditório Amarelo
Coordenador: Prof. M.Sc. Fernando Leocino da Silva

16h20    Eduardo Barbosa, Kalani de   Souza,  Lucas Fornaza: Rio Uruguai e as interferências da usina hidrelétrica no meio natural e no social                                                                     
16h40    Beatriz Karine Álvares, Gabriela Raupp de Sá, Aline Iaczinski Bento:  Memórias Por Trás de uma Usina
17h00    Giulia Platt Maffezolli, Pedro Bobsin de Moraes, Vinícius  dos Santos: Alternativas energéticas renováveis
17h20    Bruna Schiavini. Hoepers, Lesliane Lacerda de Souza dos Santos, Natália Thais Dias:  Legislação Ambiental no Brasil: O papel da constituição de 1988 na construção de hidrelétricas e o caso de Itá/SC


 LOCAL: Mini Auditório Azul
Coordenador: Prof. M.Sc. José Carlos da Silveira

16h20    Luisa Fontes  Ouriques, Larissa da Silva  Machado, Victor  Matheus de Conto Francisco:             Itá e suas mudanças
16h40    Beatriz da Costa Pereira, José Pedro Rodrigues Porto, Valentina de Andrade Paiva: O papel da UHI na urbanização da cidade de Itá/SC
17h00    Mariana Endler de Sousa, Vitória Botelho Souza, Felipe  Miehe Pereira:            Movimento dos Atingidos por Barragens: estudando suas ações em Itá/SC
17h20    Luiz Henrique Nicolau, Carolina Laureano, Mateus  da Silva Godinho: Quebrando barragens, construindo o futuro

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Helena, de Machado de Assis


Por Beatriz Pereira

Por recomendação da Julia Pozzetti (blogueira do dialogos8b.blogspot.com), li pela primeira vez um livro escrito pelo famoso Machado de Assis, chamado Helena.

Achei o livro apaixonante, apesar do português um tanto arcaico. Esse livro conta a história de uma jovem moça, que até o dia da morte de seu pai não sabia que em verdade era uma bastarda. Depois dessa descoberta, Helena é convidada pela família de verdadeiro pai para morar em sua casa. O livro narra a vida dela neste novo lar, sua relação com a nova mãe, seu novo irmão (com quem tinha uma relação um tanto afetuosa), com os escravos, basicamente, de sua nova vida.

Apesar da linguagem um tanto antiga, é bem mais fácil de ler do que James Joyce. A história é cativante, e no final Helena é vista como uma personagem admirável!

Leiam! Eu recomendo! ;)

 
Capas de diferentes publicações
 
Fonte das imagens:

Livro - Helena - Machado de Assis. Disponível em <http://www.americanas.com.br/produto/5757824/livros/literaturanacional/romances/livro-helena>. Acesso em 29 de junho de 2012.

NewPop Editora fecha parceria com studio. Disponível em <http://newpop-editora.com.br/noticia.php?Id=16&Ano=2010>. Acesso em 29 de junho de 2012

Livros – Helena. Disponível em , <http://literaturaparaasobremesa.blogspot.com.br/2010/05/helena-machado-de-assis.html> Acesso em 02 de julho de 2012.

Mercado Livre. Disponível em , <http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-426009597-helena-machado-de-assis-_JM Acesso em 02 de julho de 2012.