domingo, 27 de junho de 2010

Célula-tronco: Uma nova vida a quem já tem!

Criação: Amanda

No 1º trimestre, em uma das aulas de português lemos uma entrevista da revista TRIP com Marcelo Rubens Paiva, um tetraplégico que escreveu o livro “Feliz ano velho”, onde contava a sua história. Na entrevista relatou a sua vontade de participar das pesquisas de células-tronco, pois ele gostaria de poder recuperar o movimento e a sensibilidade das mãos e dos braços, e assim o seu próprio corpo.

Pesquisas com células-tronco são uma conquista ou uma perda? Uma vida melhorada ou uma vida perdida? Você sabe pra onde vão 90 % dos embriões gerados em clínicas? Essa é uma polêmica que parece não ter fim.

Mas afinal o que é célula-tronco? São células primitivas, produzidas durante o desenvolvimento do organismo (embrião) e que têm a capacidade de se transformar em outros tipos de células, incluindo as do cérebro, coração, ossos, músculos e pele. Com isso, elas podem curar uma pessoa que tenha doenças como, por exemplo: câncer, osteoporose, diabetes, cegueira, danos na medula espinhal, distrofia muscular, doença de Parkinson, renais, hepáticas, do coração, de Alzheimer, pulmonar. Mas utilizando esses embriões não estaríamos impedindo uma vida? Sabe-se que 90% dos embriões gerados em clínicas de fertilização e que são inseridos em um útero, nas melhores condições, não geram vida e o destino é o “lixo”.


A pergunta que você deve estar se fazendo é por que não se começam a utilizar métodos a partir de células-tronco? Pois para alguns, como grupos religiosos e antiaborto, a destruição de um embrião é o mesmo que matar um ser humano. Porém há alguns países que permitem a utilização dessas células, como Inglaterra, Austrália, Canadá, China, Japão, Holanda, África do Sul, Alemanha e outros países da Europa. Mas aqui no Brasil, os tratamentos com células-tronco são feitos apenas em grandes centros de pesquisa, como os grandes hospitais e somente para pacientes que assinam um termo de consentimento e concordam em participar desses estudos clínicos.


Bom, polêmica que parece não ter fim, mas será que é certo deixar um paciente afetado por uma doença incurável morrer para preservar um embrião que o destino é o lixo? Ao utilizar células-tronco embrionárias para dar melhores condições de vida a um paciente não estaríamos criando, ou ajudando na sua qualidade de vida? Ou será que ficar enfiado dentro de um quarto de hospital é vida?

Fontes:
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?602 consultado em 13 de maio.
http://www.coladaweb.com/medicina-e-enfermagem/celulas-tronco consultado em 31 de maio.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI472268-EI1434,00.html consultado em 14 de maio.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Novo trimestre... Nova equipe!

Olá galera!

Somos da 8ª C do Colégio de Aplicação de Florianópolis, SC. Vamos dar continuidade ao que foi realizado no 1º (primeiro) trimestre por outros colegas desta mesma 8ª série.

A equipe de produção deste trimestre é formada pelos alunos: Amanda, Camila, Erik, Gabriela, Jesiel, Jhonatan, Júlia, Nicollas, Pedro orientados pelo prof. Fernando.

Nós prometemos um melhor desenvolvimento para este trimestre, por isso fiquem sempre conectados as novidades de nosso blog!

Obrigado.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Países Subdesenvolvidos ou Periféricos

Criação: Rafael e Thiago.

Mas, afinal de contas o que leva um país a ser considerado como “subdesenvolvidos ou periféricos”?

São países que tiveram seu desenvolvimento ditado pelas metrópoles coloniais ou neocoloniais. A organização de seus espaços internos ocorreu de fora para dentro, satisfazendo as economias externas.

São países que, de acordo com a Organização das Nações Unidas, apresentam os mais baixos indicadores de desenvolvimento socioeconômico e humano entre todos do mundo. Um país é classificado como um país menos desenvolvido se preencher três critérios com base em:

- Baixa renda (média trienal do PIB per capita de menos de US$ 750, que deve ultrapassar US$ 900 para sair da lista);

- Fraqueza em recursos humanos (com base em indicadores de nutrição, saúde, educação e da alfabetização de adultos);

- Vulnerabilidade econômica (com base na instabilidade da produção agrícola, a instabilidade das exportações de bens e serviços, a importância econômica das atividades não tradicionais, exportar mercadoria concentração, e desvantagens econômicas, bem como a percentagem de população deslocada por desastres naturais)

Os países podem sair da classificação de “subdesenvolvidos” quando excederem esses critérios citados acima.

A classificação atualmente (a partir de 16 de abril de 2008) aplica-se em 49 países.

Onde eles se localizam?

África (33)
América (1)
Ásia (10)
Oceania (5)

Em 2007, as Nações Unidas retiraram Cabo Verde (África) da categoria dos “Países Menos Desenvolvidos”. Esta é a segunda vez que isso acontece com um país. O primeiro país a sair da classificação dessa classificação foi Botsuana (também da África), em 1994.

Mas, e o Brasil?
Atualmente o Brasil, assim como outros países, é um país subdesenvolvido, porém possui um desenvolvimento econômico mais elevado do que muitos países subdesenvolvidos, então ele é classificado como “país em desenvolvimento”.



Fonte: http://www.frigoletto.com.br/GeoEcon/desxsub.htm

terça-feira, 1 de junho de 2010

Saudável ou nocivo?

Criado por Isadora.

Oi gente,

Então... Após a nossa visita a Fraiburgo, onde tivemos contato com a agricultura realizada através da agroecologia, pensei em fazer esse texto, no qual procuro falar sobre agrotóxico e agroecologia, destacando principalmente suas diferenças.

Agrotóxicos são produtos químicos colocados nas plantações com o objetivo de exterminar as pragas e doenças que causam danos as mesmas. A utilização do mesmo teve início na década de 1920. Os agrotóxicos podem ser inseticidas, acaricidas, hematicidas, bactericidas, herbicidas e vermífugos. O problema é que, embora mantenha as pragas e doenças longe das plantações, o agrotóxico é prejudicial à saúde e à natureza, pois também prejudica o solo.

Mesmo em pequena quantidade, o agrotóxico já traz prejuízos ao solo e a saúde. De acordo com a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o uso exagerado dessas substâncias levou à degradação de recursos naturais, como o solo, a água, fauna e flora, sendo que, em alguns casos, ocorreu de forma irreversível, levando a desequilíbrios ecológicos e biológicos. Já em relação à saúde, quando são mal utilizados, os agrotóxicos podem provocar três tipos de intoxicação, a aguda, a subaguda e a crônica. No caso da aguda, os sintomas costumam aparecer rapidamente. Na subaguda, os sintomas vão aparecendo aos poucos, como dores de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já na intoxicação crônica, pode demorar até mesmo meses ou anos após a exposição, podendo levar até paralisias e doenças como o câncer.

Há consumidores que, não satisfeitos pelo falo te estarem consumindo produtos com resíduos tóxicos, exigem produtos produzidos e armazenados sem agrotóxicos: os alimentos orgânicos. Estes produtos estão recebendo atenção de consumidores por esse aspecto.

Então, para a produção desses produtos orgânicos, temos a agroecologia, coisa que o agricultor Jaime, ligado a este tipo de produção, fez questão de explicar. Ela é uma produção orgânica, que tem como objetivo não prejudicar a saúde e o meio ambiente, para uma vida melhor. Mas se tem como objetivo melhorar, por que não produzem somente com a agroecologia? Pois bem... A agroecologia é mais trabalhosa, então para as pessoas que querem vender, se preocupando somente com o lucro, fica muito mais fácil usar o agrotóxico. Outra coisa que também prejudica é o preço, pois os produtos orgânicos são mais caros, sendo que nem todas as pessoas têm meios para comprá-los.

Mas se não tiver como comprar produtos orgânicos, também tem como comprar um com uma quantidade menor de agrotóxico. Uma dica é, pegando como exemplo as frutas, evitar aquelas que pareçam ser as maiores e mais bonitas, pois é nelas que se encontram maiores quantidades de agrotóxico.


Fontes:
http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/colunas/020412_nut_agrotoxicos.htm
Entrevista com o agricultor Jaime, em Fraiburgo.